Um codificador incremental consiste em um disco de código fotoelétrico localizado centralmente com marcações circulares alternadas em claro e escuro. Transmissores e receptores fotoelétricos leem essas marcações, gerando quatro conjuntos de sinais senoidais, A, B, C e D. Cada onda senoidal está 90 graus fora de fase (360 graus por ciclo). Inverter os sinais C e D e sobrepô-los nas fases A e B aumenta a estabilidade do sinal.
Além disso, um pulso de fase-Z é emitido por revolução para representar a referência de-posição zero. Como as fases A e B estão 90 graus fora de fase, a rotação direta e reversa do codificador pode ser determinada comparando se a fase A ou a fase B estão na frente. A posição de referência-zero do codificador pode ser obtida através do pulso de posição-zero.
Algumas empresas usam vidro, metal e plástico como material para seus discos codificadores. Os discos de código de vidro possuem linhas muito finas depositadas no vidro, oferecendo boa estabilidade térmica e alta precisão. Os discos de código de metal têm linhas gravadas diretamente nas áreas escuras e diretas, tornando-os menos frágeis. Porém, devido à espessura do metal, a precisão é limitada e sua estabilidade térmica é uma ordem de grandeza inferior à do vidro. Os discos de código de plástico são econômicos e de baixo custo, mas sua precisão, estabilidade térmica e vida útil são inferiores.
Resolução-A resolução do codificador é medida pelo número de linhas diretas ou escuras que ele fornece a cada 360 graus de rotação. Também é chamada de escala de resolução ou simplesmente número de linhas, normalmente variando de 5 a 10.000 linhas por revolução.
